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Aventuras sem fronteiras – Audiotravel

  • Aventuras sem fronteiras – Audiotravel

    Fala galera bonita!

    Tudo bem com vocês?

    Pensando em temas para vocês, me veio à cabeça o tão querido ‘’Ciência sem Fronteiras’’. Muita gente ouve falar, mas sabe apenas o básico.

    Esse programa criado pelo governo federal brasileiro visa possibilitar o intercâmbio de estudantes de graduação, pós-graduação e pós-doutorado para a chamada ‘’graduação sanduíche’’, em que o aluno cursa matérias correlacionadas com seu curso aqui no Brasil em faculdades estrangeiras durante um ano. Legal, não? Os gastos que o estudante tem são poucos, uma vez que o governo paga as mensalidades, fornece auxílio moradia e outro auxílio para você se manter no dia a dia por lá.

    Entre os requisitos para participar, você precisa ter pelo menos 600 pontos no ENEM, ter uma boa nota nos exames de proficiência do idioma do país escolhido, ter concluído pelo menos 20% e não mais do que 90% da sua faculdade aqui no Brasil e como o nome do programa já diz, você precisa estar cursando alguma das áreas de ciências, entre elas: exatas, engenharias, áreas da tecnologia, matemática, biologia, saúde, química, entre outras. Para se inscrever, você deve ficar de olho nesse site, e se preparar quando os editais abrirem quando o programa voltar à ativa, visto que agora ele foi congelado =(

    Dentre os estudantes que foram mais recentemente, está meu amigo Cláudio Neto (foto abaixo), sortudo que está no estado de New York, e contou um pouquinho para nós como é ser estudante do CSF:

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    • Nos fale um pouco sobre você e sobre o seu interesse pelo CSF:

    Tenho 19 anos e sou um aluno de Engenharia mecânica na UFPR. Durante o começo do quarto período, soube que ia abrir um edital do CsF e no começo não estava muito motivado… Acabei comentando com a minha mãe e ela me incentivou a tentar uma vaga. Eu tinha feito um curso de inglês (americano), então teoricamente estava mais apto para fazer o TOEFL do que o IELTS, limitando minhas escolhas a Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão, Bélgica ou Suécia e acabei optando por Estados Unidos por ofertar um maior número de vagas e por qualidade de vida, além de gostar bastante daqui.

    • Quais foram as maiores dificuldades no processo de aplicação e da viagem? E como você resolveu esses problemas?

    O processo é relativamente simples. A única dificuldade é que por conta de ser um processo entre instituições de dois países diferentes, é muito burocrático. Então, tive que ir atrás de muitos documentos (alguns tiveram que ser traduzidos) e de que pessoas com competência acadêmica ou médica me fornecessem documentos tanto em português quanto em inglês. Muitos desses documentos eu pude replicar por conta, pois eram bem simples. Mas para o histórico escolar por exemplo, tive que solicitar um serviço de tradução juramentada.

    • Sabemos que você está aí faz pouco tempo. Até o momento, o que você está achando? O que você mais gosta e o que você menos gosta daí?

    Gosto bastante da questão do custo de vida aqui. No Brasil pagamos muito mais impostos. Gosto muito desse contato com outras culturas, não só a americana. Estou tendo a oportunidade de conhecer pessoas do mundo todo. Além de ser apaixonado por NYC. Estou tendo problemas em me adaptar a alimentação (no Brasil comemos muito carne bovina, o que é incomum por aqui, exceto pelos hambúrgueres). Mas estou me adaptando.

    • Se você pudesse mudar alguma coisa no programa, o que mudaria?

    Essa é uma boa pergunta. Então, em editais passados havia uma modalidade chamada G3, em que o bolsista passa 3 semestres aqui (1 fazendo curso de inglês e 2 em uma universidade) Ao contrário do meu edital, que só tem gente vindo pra passar 2 semestres (alguns com 2 meses de inglês antes). Acho que esse modelo de 3 semestres é mais eficaz.

    • Um recado, mensagem ou conselho para os futuros intercambistas do CSF?

    Bom, o programa foi congelado. Sem previsão para retorno. Mas se voltar: aproveitem. Não fiquem com medo ou receio de tentar. Essa é uma oportunidade única de aprendizado acadêmico, cultural e pessoal. Não tenha medo. Se um dia essa oportunidade voltar, abrace-a com força.

    Como o Cláudio falou, a maior dificuldade durante o processo foi a parte burocrática. Tanto na ida quanto na volta você pode precisar traduzir e muitas vezes juramentar seus documentos. Seja para ingressar na Universidade estrangeira, para formalizar sua grade aqui no Brasil ou até para ter a permissão de dirigir com sua CNH brasileira, por exemplo.

    Para não ter dor de cabeça, se precisar traduzir qualquer um destes documentos durante o processo, fale com a Audiotext! Temos uma equipe especializada em traduções que vai te ajudar e tirar qualquer dúvida a respeito do serviço.

    Quem ficou com vontade de viajar aí, levanta a mão! As oportunidades estão aí, só nos falta a preparação, a vontade e a luta para conseguir o que queremos.

    Beijos, até semana que vem!

    Love,

    Rubs

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